18º dia: San Antonio de Táchira - Venezuela à Bogotá - Colômbia
Kms do dia: 594
Kms acumulados: 7.980
Nota:
Informações do Waldez Pantoja: Fez Alaska em junho e julho de 2011:
COLÔMBIA:,
Informações do Waldez Pantoja: Fez Alaska em junho e julho de 2011:
COLÔMBIA:,
- As curvas são perigosas mesmo, da a impressão que os caminhões vão nos acertar bem ao meio.
- O povo aqui só anda em alta velocidade, mesmo com tantas curvas, mas são escolados.
- Passamos várias vezes por entre as nuvens a 3600m de altitude.
- A temperatura mudou repentinamente de 32 para 14 graus em alguns quilômetros apenas.
- Colômbia tem custo de vida muito alto;
- Por isso, as distancias aqui são dadas em horas e não em quilômetros.
- A palavra do dia foi PACIENCIA... Não adianta afobar, se não a coisa desanda. Paciência na fronteira, paciência nas curvas, paciência nas ultrapassagens e por ai vai.
- Alias, tem sido assim o tempo todo, curva, sobe, desce e chuva a rodo (final de junho início de julho). Juntando tudo isso da um remelexo de perigo constante.
- Embarcamos com a Air Pack. Tratamento de primeira qualidade, fomos inclusive recebidos pelo presidente da empresa.
- A tal Girag é cheia de rodeios e muito mais cara.
- Na Air Pack, eles fazem toda a documentação e fica parecendo que é muito fácil. Inclusive almoçamos na própria empresa por conta do presidente, comida no estilo Brasil, tinha até feijão.
- Na cordilheira dos Andes a perícia e experiencia do motociclista contam muito. A tomada de decisão fica super apurada, você aprende a tomar a decisão certa na hora certa.
- São muitos os acidentes na estrada e as placas de aviso de alto índice de acidente nos deixam sempre de sobreaviso e com muito mais atenção.
- Os Colombianos realmente são nota dez. Super hospitaleiros, sorridentes e muito gentis.
- Diferente dos Venezuelanos que vivem momentos delicados com seu governo. O povo anda muio triste e mal humorado.

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